Diferenças entre os acabados dos nossos painéis sandwich

Explicaremos as vantagens de nosso painel sandwich frente a outros acabados com claros exemplos, ante qualquer dúvida estamos à sua disposição por qualquer via.

No primeiro lugar, a perfilação a meia madeira nos lados maiores tem múltiplas vantagens:

–  Rompe a ponte térmica totalmente, da mesma forma que o acabado com lambril faz, não assim o acabado com lingueta que tem largueza.

– Facilita a montagem, já que apenas há que solapar um painel com outro e fica perfeitamente colocado. Os rendimentos de montagem aumentam no que diz respeito à solução tradicional de lingueta e às soluções de lambril notavelmente.

– Evita deteriorações por arrasto do painel sobre a estrutura na colocação, ao ter unicamente que solapá-lo. Quando tivermos lambril, temos de situar o painel na sua posição, e arrastá-lo sobre as vigas, isto faz com que essa zona possa ficar marcada ao roçar uma superfície com a outra. Pode ser que essa deterioração depois não se note porque está debaixo da viga, mas sim há que mover o painel e colocá-lo noutro lugar, fica marcado.

– Todos os painéis colados, com as mudanças de humidade e temperatura geram tensões entre os lados e podem-se curvar, nós fabricamos com um sistema que evita deformações importantes, no entanto pode haver algo de curvatura em função de quanto, onde e como se armazenar o material antes de colocá-lo. Ainda que seja pouca a curvatura, na cobertura tem que ficar totalmente em plano. Tanto se têm algo de curvatura como se não, o painel que se  colocou e aparafusou está plano porque o leva ao lugar com o parafuso. Com um acabado a meia madeira situa-se o seguinte na sua posição e à vez que se aparafusa vai-se levando ao lugar, sem demasiado esforço. Quando existir uma solução com lambril tem-se que encaixar um painel com outro, um como está aparafusado estará plano e o outro com algo de curva. Para tirar esta curva há que acrescentar peso, mas ao ser lambril será necessário encaixá-lo (arrastando-o com o peso que se colocara). É muito mais fácil o nosso sistema, que nunca dá problemas na montagem, frente ao sistema de lambris que provoca muitas dificuldades nesse aspeto.

– A embalagem realiza-se protegendo as fêmeas do friso de madeira, com o que se evitam os habituais danos nas mesmas com a sua manipulação em descarga (podem sofrer danos, mas é muito mais difícil que com soluções que são planas nos seus laterais como o acabado de lingueta).

No que diz respeito ao mecanizado nos lados menores do painel, o nosso sistema é um mecanizado a ângulo com acabado em osso, totalmente reto. Há outros sistemas que são lambris nesse lado menor mas pensamos que não são viáveis pelo seguinte:

– As estruturas na realidade não são perfeitas nem estão alinhadas perfeitamente. Com um acabado lambril não podes absorver pequenas variações em altura ou inclinação entre vigotas contíguas, que na realidade sempre as há.

– Se já é difícil encaixar um painel com lambril lateral, se para além disso há que encaixá-lo lateral e frontalmente com outro é uma tarefa muito muito complexa e pode acalmar muito as tarefas de colocação.

–  O nosso painel adapta-se a todo o tipo de distâncias entre correias da estrutura, se sobrar algo de painel, corta-se e pode-se utilizar para outras zonas já que sempre fazem falta recortes, com o que o desperdício é mínimo. Com um painel com lambril frontal, o recorte que fica tem um lado plano e outro com lambril, com o qual é mesmo possível que não se possa utilizar porque não encaixe na zona onde há recorte, ou se se quiser encaixar haverá que cortar e adaptar os painéis nessa zona.

– O sistema de lambris frontalmente apenas é válido para utilizar-se em estruturas totalmente desenhadas para isso. Por exemplo, se tivermos painéis a 2500mm de longitude e correias a 500mm de distância entre eixos, o painel vai de uma peça sem ter que cortar, exatamente igual que o nosso sistema em osso. Se as correias estiverem a 485mm, por exemplo, há que cortar o painel a 2425 para adaptá-lo à estrutura e que o encontro entre painéis se faga sobre uma viga. O que se passa nesse caso com os lambris? O painel cortado ficaria totalmente reto e o seguinte chegaria preparado com o macho e a fêmea pelo que haveria que cortá-lo de novo, com a conseguinte perda de material e de tempo em colocação, além do mais de que já haveria lambris nessa zona.

– As estruturas também não costumam estar colocadas de forma exata, e sobretudo,  falando de coberturas a reabilitar onde as distâncias são variáveis. Com os nossos sistemas em osso, pode-se deixar menos junta entre os painéis, e essa junta recheia-se com espuma de poliuretano se for maior de 1 cm e com mástique de poliuretano se for menor. Esse “jogo” não se pode realizar com o acabado de lambril, porque o painel tem que ficar perfeitamente encaixado.

– Ambos os sistemas necessitam um selado nas juntas, já que não são estancas. Há que pôr-lhes em ambos os casos um produto para selar como mástique de poliuretano, se não podemos ter filtrações  nas juntas se há rutura da cobertura final. Com o não tem vantagens na rutura da ponte térmica, mais se calhar quando essa zona frontal entre painéis vai sobre uma viga que tem o seu labor isolador.

Em resumo, o sistema de mecanizado a 4 lados com os laterais maiores a meia madeira é o ótimo para um painel sandwich porque rompe totalmente a ponte térmica, facilita muitíssimo a montagem em obra conseguindo altos rendimentos e supõe pouco esforço fato de o colocar, além de evitar problemas na montagem por dificuldade de encaixe, etc…, permite ter mínimos desperdícios de material por recortes já que se podem aproveitar noutras zonas, protege as partes mais débeis do friso nos modelos com madeira…

É por isto que os painéis sandwich dispõem na atualidade deste sistema, tendo sido eliminado totalmente o sistema em osso com lingueta e tendo sido descartado o sistema lambril tanto a 2 lados como aos 4 lados.

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